terça-feira, 22 de março de 2016

Autodesk anuncia o lançamento do AutoCAD 2017

Autodesk anunciou o lançamento do AutoCAD 2017. Desde o seu lançamento inicial em 1982 AutoCAD tem sido um dos produtos de CAD mais utilizados, atendendo as necessidades de engenheiros, projetistas, desenhistas, arquitetos e o mercado de projetos de forma geral.
Em sua mais recente atualização, o AutoCAD 2017 atende também aos vários pedidos dos usuários quanto a entrega de ferramentas que melhoram todo o fluxo de trabalho para o processamento de gráficos.

A primeira grande mudança adicionada ao AutoCAD 2017 é a sua capacidade melhorada para lidar com PDFs. Usando o novo recurso "Importar PDF" 2017, os usuários serão capazes de importar geometrias, texto TrueType e imagens raster a partir de um PDF diretamente no AutoCAD como objetos editáveis. No passado, este tipo de importação de PDF era um pouco complicada, e muitas vezes exigia soluções alternativas e dispendiosas. Agora, os usuários podem importar de forma mais confiável de dados em PDF, eliminando a necessidade de redesenhar geometria.


Do lado da modelagem, AutoCAD 2017 apresenta uma melhoria nas centerlines. Agora, graças a um recurso chamado "Smart centerlines e center marks", sempre que um usuário move objetos associados todas as linhas centrais ligadas serão também movidas, fazendo linhas de centro de desenho de forma muito mais dinâmica.

Quando se trata da infra-estrutura que suporta AutoCAD 2017, os engenheiros da Autodesk têm feito uma série de melhorias adicionais. Mais notavelmente, 2017 vêm com com o Autodesk Desktop App para o gerenciamento das atualizações do software, sem dúvida, a nova regra hoje em diante é a assinatura. Com este 
aplicativo como companheiro dos usuários será mais rápido receber os packs de segurança, possibilidade de usar versões anteriores do AutoCAD e quaisquer atualizações futuras sem interromper seu fluxo de trabalho.




Além do Desktop App, a Autodesk tem focado na melhoria da estabilidade de seus gráficos 3D, melhorarando o desempenho de suas ferramentas de gráficos 2D.


Para conferir a lista completa de recursos no AutoCAD 2017 e comparar as versões, visite esta página.

terça-feira, 8 de março de 2016

BIM nas ferrovias da Austrália

Não são apenas as capitais brasileiras que enfrentam problemas com o crescimento da população e com o grande número de carros nas ruas. 

A população no nordeste de Sydney, Austrália, está em pleno crescimento, com expectativas de se tornar local de moradia para mais de 600.000 pessoas nas próximas décadas. Semelhante as nossas capitais, os moradores da região têm a maior taxa de posse de carros na Austrália e poucas opções de transporte público.

Sendo assim o novo governo de South Wales está investindo AU$8,3 bilhões para proporcionar alivio na forma de 24 km de novos trilhos, chamados North West Rail Link. O projeto inclui melhorias em 7 km de linhas já existentes.

Com expectativa de se abrir em 2019, o North West Rail Link vai ser o primeiro transporte de trilhos totalmente automatizado na Austrália. Ele está preparado para mudar a forma como as pessoas que vivem nas regiões de maior crescimento vêem transporte público. 

A linha North West Rail Link vai ter oito novas estações, 4.000 vagas de estacionamento para usuários frequentes, e unirá 15 km de tuneis, que serão os maiores trilhos sob tuneis da Austrália. Projetos desse tamanho e de tal complexidade requerem um gerenciamento perspicaz – e atenção proativa aos menores detalhes. Grandes times de múltiplas disciplinas, incluindo arquitetos, engenheiros civis e engenheiros estruturais, estão contribuindo com um processo acelerado. Tudo, desde conduites até os dutos, que são exigem encaixes durante a construção e até mesmo os menores problemas de coordenação podem levar a atrasos e maiores custos.



Diante deste cenário obviamente a tecnologia escolhida para dar forma a este grandioso projeto foi o BIM.

A SMEC, uma empresa de serviços profissionais em grandes infraestruturas está lidando com algumas frentes principais do projeto: operações, trens, sistemas, superfícies e viadutos. O cliente no comando da parceria pública-privada (PPP), o novo governo de South Wales, exigiu o uso do BIM (Modelagem da Informação da Construção) no projeto.
“O cliente quis compreender o tempo, custo e qualidade – benefícios que você vê com um processo baseado em modelo. A SMEC já estava no caminho para o BIM. Nós vemos o BIM nos ajudando a agilizar nossos fluxos de trabalho e melhorar a eficiência. O projeto North West Rail Link nos inspirou a acelerar o passo para a adoção do BIM – e o BIM está provando ser um bem inestimável em um projeto."

Neil Evans, Diretor de Estratégia e Novos Negócios – SMEC

A equipe responsável pelo projeto descobriu que o processo BIM proporciona muito mais que apenas visualização; os objetos inteligentes junto com os modelos também estão melhorando a entrega dos projetos. A inteligência dos objetos proporciona mais velocidade e precisão, porque dentro do projeto eles se adaptam mais automaticamente aos padrões que governam seu uso. Essa inteligência está ajudando o time de projeto a designar atributos aos objetos, calcular encargos mais automaticamente e fazer mudanças de forma mais dinâmica.


Saiba mais:

quinta-feira, 3 de março de 2016

Realidade virtual no mercado imobiliário


É muito real! Já tem até franquia!

Com certeza você já ouviu falar de realidade virtual, e ela está cada vez mais perto de nós e dos nossos negócios.

A realidade virtual é apontada como uma das novidades tecnológicas que farão parte das nossas vidas no futuro. Mas a tecnologia já começa a mostrar suas aplicações práticas. Uma delas é a proposta da Tistus RV: a empresa criou uma ferramenta que mostra imagens em 360 graus de empreendimentos imobiliários. As imagens são mostradas aos usuários por meio de óculos de realidade virtual.


A franquia foi criada pelo catarinense Rômulo Santos, de 26 anos. Sua formação não é relacionada à tecnologia – ele é estudante de direito – mas se diz um entusiasta do assunto. Santos conheceu melhor o conceito de realidade virtual em 2012, quando morava em Nova York, nos Estados Unidos.

No ano seguinte, voltou ao Brasil e começou a trabalhar em uma solução em realidade virtual voltada para o mercado imobiliário. Passou três anos desenvolvendo um software capaz de reproduzir as imagens captadas por câmeras que fotografam em 360°.

Há três meses, a Tistus foi oficialmente lançada. Já vem firmando parcerias com construtoras, imobiliárias e corretores de imóveis de Santa Catarina.

Ao firmar um contrato, a empresa vai até um imóvel e fotografa cada cômodo da propriedade com uma câmera que capta imagens em 360°. "Um apartamento de 100 metros quadrados é mapeado em 50 minutos", diz o empreendedor. De acordo com a Tistus, o custo para captar as imagens de um metro quadrado custa R$ 6,90.



Fonte:http://bit.ly/1TbUtDO

Segundo Santos, o trabalho oferecido pela Tistus diminui os custos de quem quer vender os imóveis. "Criar um apartamento decorado custa milhares de reais. O valor que cobramos é muito menor."

O software que reproduz as imagens pode ser rodado em um celular, que é acoplado a óculos de realidade virtual. Quem usa a ferramenta consegue visualizar, ao mexer a cabeça, todo o cômodo. Para transitar entre os ambientes da casa, basta procurar uma seta vermelha enquanto está usando os óculos e focar os olhos nela por alguns segundos.

Para expandir sua atuação para outros estados, a Tistus optou pelo modelo de franquias. Nenhum contrato foi fechado ainda. Quando houver franqueados, a função deles será buscar novos clientes e fotografar os cômodos.

O investimento total em uma operação da franquia é de R$ 75 mil. É possível cuidar da empresa no home office. A empresa não cobra royalties nem taxas de publicidade, mas recebe um valor do trabalho do franqueado. "Ficamos com uma comissão que varia entre 15% e 20% dos ganhos", diz Santos.

A meta do catarinense é ter 25 franquias até o fim deste ano. Ele também planeja levar sua tecnologia para outros mercados. "O setor imobiliário é só o começo. Vemos com carinho a possibilidade de investirmos em educação no futuro."


Saiba mais: http://revistapegn.globo.com/Feira-do-Empreendedor-SP/noticia/2016/02/franquia-leva-tecnologia-de-realidade-virtual-para-o-mercado-imobiliario.html

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Adidas imprime tênis em 3D com lixo marítimo



Não é a toa que a Autodesk investe pesado em tecnologias de impressão 3D. A cada dia esse processo tem se tornado parte de nosso cotidiano e pode se apresentar também como parte da solução de alguns problemas críticos em nosso planeta.

Recentemente a Adidas anunciou uma parceria com a Parley for the Oceans, uma organização que incentiva a remoção de lixo dos mares, e criou um tênis impresso em 3D usando plástico encontrado no mar na confecção. A novidade foi anunciada durante um dos painéis da COP21, Conferência do Clima da ONU. 

Na visão da empresa alemã, a iniciativa mostra como ainda é possível estabelecer novos padrões para a indústria de calçados.




O protótipo é baseado no modelo chamado Futurecraft 3D, apresentado neste ano, que também é um produto que pode ser impresso em 3D. A Adidas ainda não tem planos de comercializar o tênis feito com lixo marítimo. 

Como escreve o The Verge, apesar de ser um modelo interessante de fabricação, o plástico, em si, ainda é um material poluente e, portanto, causa danos ao meio ambiente, seja na forma de um tênis ou em qualquer outra.

Mas através dessa iniciativa espera-se encontrar um destino sustentável para uma série de materiais que se configuram em um grande desafio para nossos ambientalistas.

Saiba mais: http://bit.ly/1Z35esc

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Singapura quer levantar prédios usando impressão 3D


Singapura está investindo 150 milhões de dólares em um centro de pesquisa para construção usando impressoras 3D. O laboratório de pesquisas fica na Universidade de Tecnologia de Nanyang, na cidade-estado.

Com o investimento, a escola pretende criar novas impressoras para que seja possível construir blocos que seriam usados para levantar prédios. A ideia é que, com o tempo, construir um prédio seja uma ação parecida com levantar uma torre de peças de Lego.

Os blocos permitiriam um transporte mais simples de materiais para a construção civil.

“A área de moradias tem grandes desafios”, disse o diretor do laboratório, Chua Chee Kai, ao site 3DPrint. “Não existe nenhum tipo de concreto ‘imprimível’ disponível ainda. Teremos que desenvolver tudo desde o início.” 



Alguns testes iniciais estão analisando como a técnica poderá ser usada. O novo dormitório da escola foi construído usando blocos. As peças, no entanto, não foram impressas, mas construídas tradicionalmente. Mesmo assim, o experimento serve para dar algumas direções aos cientistas.

A impressão 3D tem sido usada de forma experimental em diversos campos. A Adidas, por exemplo, foi capaz de imprimir um par de tênis usando como material fonte lixo marítimo. Cientistas têm usado a técnica para impressão de órgãos.

Outros experimentos com construção civil também já foram realizados. A Holanda, por exemplo, quer levantar pontes usando impressão 3D.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

BIM: Investir para poupar recursos


Artigo escrito por Tiago Ricotta, gerente de projetos da Brasoftware

Períodos de instabilidade econômica sempre trazem o impulso de poupar recursos nas empresas. Em inovação, no entanto, é sábio manter os investimentos. Pode soar como uma ação arriscada, mas os benefícios que uma nova tecnologia traz, por exemplo, com a diminuição do risco de erros, realidade que impacta positivamente na produtividade. Este investimento, no entanto, precisa ser certeiro neste momento e pode ser o diferencial para o negócio em médio e longo prazo.

No setor de construção civil, a tecnologia que tem revolucionado os projetos é o BIM - Building Information Modeling (Modelagem de Informações de Construção) -, que facilita a comunicação e o entendimento entre engenheiros e arquitetos. O conceito tem impactado positivamente no andamento de construções ao redor do mundo por possibilitar o melhor entendimento e planejamento das atividades ainda em fases anteriores à obra, evitando erros de coordenação, desperdício de material e retrabalhos desnecessários.

As primeiras pesquisas realizadas sobre esta tecnologia já mostravam que as mudanças no processo eram significativas. Em 2012, a editora norte-americana McGraw Hill publicou um estudo que mostrava a percepção dos investidores em relação ao BIM - 52% disseram que a tecnologia aumentava os lucros e 60% apontavam diminuição no prazo dos empreendimentos. Em sintonia com os dados apresentados pela McGraw Hill, foi realizado na cidade de São Paulo um estudo apontando que uma simples interferência entre uma viga e uma tubulação hidráulica, evitada graças ao potencial da plataforma, poupa cerca de R$ 3 mil em campo, levando-se em conta cálculos com base nos salários recomendados pelo CREA/CAU e as Tabelas de Composição de Preços para Orçamento.

O BIM permite a construção virtual de empreendimentos, em que todas as disciplinas de projetos podem ser modeladas tridimensionalmente, centralizando as informações em uma única fonte de dados confiável, na qual a alteração de um elemento construtivo pode-se refletir automaticamente entre as diversas pranchas de projetos.



Três linhas de atuação podem ser exploradas em ferramentas BIM: Projeto, que envolve desde a concepção e documentação até análises de engenharia e critérios de sustentabilidade; Construção, que permite a ligação entre o 3D, planejamento e gestão de custos; e Operação e Manutenção, com planejamento de manutenção preventiva, gerenciamento de espaços e ativos.

Essa ampla gama de possibilidades confere benefícios a todas as partes interessadas e envolvidas no desenvolvimento dos mais diversos tipos de empreendimentos. Os arquitetos e engenheiros visualizando em 3D têm a possibilidade de encontrar as melhores soluções, o que influencia diretamente na melhoria do projeto e construção. Os coordenadores e gerentes de projetos detectam mais interferências em projeto com menor possibilidade de erro em campo. As construtoras e incorporadoras têm mais controle do prazo de lançamento e visualização do cronograma e registro das atividades da obra. Já os investidores possuem informações mais detalhadas e de melhor qualidade para tomada de decisão de investimento.

Por conta de todos os benefícios que envolvem o BIM, alguns órgãos governamentais estão instituindo o uso da plataforma em obras públicas visando o aumento da transparência. No Reino Unido, por exemplo, foi criada uma lei em 2011 segundo a qual todos os projetos com fins governamentais, iniciados a partir de 2016, só serão aprovados se forem desenvolvidos na tecnologia BIM. De forma semelhante, no Brasil, a Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) levou à discussão no dia 18 de novembro de 2015 a obrigatoriedade do uso da plataforma. O projeto apresentado inclui obras com licitação pública e com orçamento acima de R$ 7 milhões e os argumentos utilizados fazem parte das bases do BIM: eficiência, segurança, sustentabilidade e redução de custos.

O setor de Arquitetura, Engenharia e Construção tem percebido o crescimento da tendência, que tem chegado também às instituições públicas. Algumas construtoras, hoje, já adotaram 100% a utilização do BIM e a tendência é que cada vez mais companhias sigam este caminho, incluindo empresas de pequeno e médio porte. É um momento de economia desaquecida, mas que exige investimentos certeiros para a continuidade e competitividade dos negócios.

Para contatar Tiago Ricotta envie email para suporteautodesk@brasoftware.com.br

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Sistran adere a plataforma tecnológica 100% Autodesk

Sistran terá as ferramentas Autodesk como padrão para o desenvolvimento de projetos

A Autodesk, anuncia que passa a ser a principal fornecedora de tecnologia da empresa de engenharia Sistran, especializada em projetos de infraestrutura. A partir de agora a Sistran terá as ferramentas Autodesk como padrão para o desenvolvimento de projetos funcionais, básicos e executivos, especialmente no que diz respeito à transportes (metro, rodovias, etc).
De acordo com Gabriel Feriancic, Diretor de Engenharia da Sistran, a empresa foi uma das primeiras  no setor de infraestrutura de transporte a adotar a metodologia BIM (Building Information Modeling) no Brasil. “Adotar tecnologia Autodesk e BIM mudou nossos processos dramaticamente.Porém adotamos anteriormente uma solução tecnológica que nos manteve isolados do ecossistema deste setor”, informa o executivo.


Além de já utilizarem os softwares Autodesk® AutoCAD® e Autodesk® Civil 3D®, a empresa optou pela adoção do Autodesk® Revit®.  “Chegamos a considerar utilizar as soluções da Autodesk combinadas com outro fornecedor, mas abandonamos esta ideia depois que nossa equipe mostrou total aceitação pela Autodesk e uma pré-disposição para a migração de plataforma tecnológica para BIM”, afirma Gabriel.

De acordo com ele a velocidade de implantação foi recorde, uma vez que puderam contar com todo o apoio da equipe técnica e comercial da Autodesk, além de treinamento fornecido a usuários chave que replicaram o conhecimento dentro da empresa.
 “Além dos investimentos feitos que foram positivamente percebidos pela equipe, essa mudança nos fez rever nossos processos internos, o que nos leva a um caminho de evolução do nosso trabalho”, conclui Gabriel.
Para Douglas Carnicelli, Gerente de Território da Autodesk Brasil, ter a Sistran no portfolio de clientes é extretamente estratégico para a companhia, por se tratar de uma empresa cujos processos e metodologia são tidos como modelo para todo o mercado de infraestrutura local.